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domingo, 7 de maio de 2017

Moro monta ‘arapuca fascista’ para militantes em depoimento de Lula

O juiz Sergio Moro tomará o depoimento de Lula, em dia de manifestações em Curitiba - No  Correio do Brasil

O apelo do juiz Sérgio Moro aos seus “simpatizantes”, como classifica os integrantes das facções neofascistas que apoiam a perseguição à esquerda, no Brasil, para que evitem manifestações na próxima quarta-feira, quando interrogará — pela primeira vez — o líder petista Luiz Inácio Lula da Silva, trata-se de uma armadilha. A suspeita é do jornalista Leandro Fortes, em uma rede social:

Na nota, intitulada “Arapuca fascista”, Fortes desconfia que exista apenas “uma razão para o juiz Moro, que é um poço de vaidade, pedir a seus “simpatizantes” (gente, é jeca demais) para não marcharem sobre Curitiba, em 10 de maio, quando o ex-presidente Lula será interrogado por ele: a estratégia de repressão montada com a Polícia Militar”.
“A PM do Paraná, sob o comando do tucano Beto Richa, não teve escrúpulos para espancar professores e prender um palhaço, em praça pública, que ousou criticar o massacre. Por isso, é bem provável que Moro esteja evitando a presença de seus ‘simpatizantes’, não por magnanimidade, mas para que a arapuca de segurança pública capture só os manifestantes pró-Lula”, acrescenta.
Para o jornalista e escritor, as responsabilidades quanto a qualquer incidente que possa ocorrer, durante o ato público, estão claramente determinadas.
“Estamos falando em até 50 mil pessoas em um momento de grande tensão política. Caso haja uma tragédia, os responsáveis já estão conhecidos, de antemão”, afirmou.

Juiz youtuber

Na noite passada, o juiz Sérgio Moro divulgou um vídeo em que pede para que manifestantes não compareçam à Justiça Federal em Curitiba na próxima quarta-feira. Estão marcados protestos por ocasião do depoimento no ex-presidente Lula ao magistrado.
— Não costumo fazer isso, mas vou fazer isso dessa vez. Tenho ouvido que muita gente que apoia a Operação Lava Jato pretende vir a Curitiba manifestar esse apoio. Ou pessoas mesmo de Curitiba pretendem vir aqui manifestar esse apoio. Eu digo o seguinte: este apoio sempre foi importante, mas nessa data ele não é necessário — afirma o magistrado no vídeo. A peça de propaganda foi publicada na página que a mulher, Rosângela Wolff Moro, mantém em uma rede social.

Lula interrogado

Na próxima quarta, será primeira vez em que Lula e Moro se encontrarão cara a cara na sala de audiências. O depoimento de Lula será dado no processo em que ele é acusado de receber propina da empreiteira OAS. O dinheiro estaria nas reformas de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Além de um sítio em Atibaia, no interior do Estado. A defesa do ex-presidente nega que ele seja dono dos imóveis.
Grupos de simpatizantes do ex-presidente e de defesa da Lava Jato planejam se concentrar nas proximidades do Fórum. Mas a Secretaria de Segurança Pública do Paraná planeja um esquema especial para data. Haverá um bloqueio em um raio de 150 metros em torno do prédio. Apenas jornalistas credenciados e moradores da região poderão passar pelos policiais.

sábado, 6 de maio de 2017

Nassif desfaz o novelo do golpe: Moro e gLobo o MAL do Brasil

Após denunciar caso da APAEs, Nassif mira fogo na Globo, ‘A maior ameaça para o Brasil.



Via Clic Política

É necessário e possível uma nova Greve Geral

Greve Geral - Esquerda Online
As centrais sindicais definiram que o próximo passo unitário na luta contra as reformas de Temer é Ocupar Brasília entre 15 e 19 de maio. Nos dedicaremos com tudo a esta tarefa, sem qualquer vacilação. Vamos para as plenárias, reuniões de base, locais de trabalho, universidades e escolas batalhar para levar o maior e mais representativo número de pessoas que estiver ao nosso alcance.
Brasília é importante, mas neste momento é totalmente insuficiente. O Governo Temer está decidido e trabalha todos os dias pela aprovação das reformas. A iniciativa segue nas mãos da classe dominante. A grande mídia, o Congresso Nacional e o Presidente golpista colocaram uma agenda de retrocessos em curso, são vários projetos e propostas que representam um atraso de mais de 70 anos nos direitos trabalhistas e sociais conquistados no Brasil. Eles não vão parar, nossa única saída é a luta social organizada.
O dia 28 de abril foi uma gigantesca demonstração de força. O lema “vamos parar o Brasil” não foi apenas uma expressão panfletária. Nas capitais e centenas de outras cidades médias e pequenas a última sexta feira mais parecia um domingo ou feriado. E tudo isso ocorreu com o apoio popular, o resultado das pesquisas de opinião foi inquestionável: a grande maioria da população está contra as reformas.
Por isso uma nova greve geral é necessária e possível. É necessária porque precisamos impedir as reformas. É possível porque a classe demonstrou disposição de luta. A decisão tomada pelas centrais sindicais de não marcar desde já uma nova greve geral é um erro grave, que poderá ter profundos impactos no futuro da mobilização.
As centrais sindicais
Nove centrais assinam o Manifesto publicado no dia de ontem. Entre elas existem políticas e estratégias muito diferentes, por isso existem diferentes visões de como seguir a luta. A maioria da direção da Força Sindical, ligada ao Solidariedade é parte do Governo Temer, sua estratégia e a negociação em busca de mudanças nas reformas.
No dia 26 de abril o Deputado Paulinho da Força reuniu-se com Temer e ameaçou deixar o governo se o presidente não fizesse a seguinte mudança na reforma trabalhista: a retirada do fim do imposto sindical e da cláusula que cria representantes por empresa com poder de negociação.
A estratégia da maioria da direção da Força é mobilizar para negociar em melhores condições com o Governo. Paulinho está mais preocupado em proteger os interesses da burocracia sindical do que os interesses dos trabalhadores. É isso o que explica porque foram contra construir desde já uma nova greve geral.
A CUT, central com amplo poder de mobilização tem uma posição totalmente diferente da Força em relação ao Governo Temer, a CUT foi contra o golpe e está na oposição ao Governo. Justamente por isso poderia ter colocado a direção da Força Sindical contra a parede. Bastava ter defendido no dia de ontem uma nova data de greve geral. Mas isso não ocorreu. O presidente da CUT, Vagner Freitas, abriu a reunião apresentando desde o início a decisão de não definir desde agora uma nova greve geral. A estratégia eleitoral “Lula 2018” começa a mostrar seus limites e impactos na condução da luta. O movimento mostrou força, um passo em frente pode ser dado. Nossa estratégia deve ser derrubar as reformas e lutar pela queda de Temer nas ruas. 2018 será tarde demais.
As únicas vozes dissonantes na reunião foram os posicionamentos da CSP Conlutas e da Intersindical. Coerente com as necessidades e com a disposição da classe trabalhadora neste momento essas centrais apresentaram a proposta de marcar uma greve de 48 horas. Isso não seria contraditório com a ida à Brasília. A greve é a proposta capaz de envolver o povo, parar as cidades, pressionar em outro patamar o Governo e a classe dominante.
 Ainda é tempo: as centrais devem marcar uma nova Greve Geral
A nota divulgada pelas centrais assume que: “Se isso ainda não bastar, as Centrais Sindicais assumem o compromisso de organizar um movimento ainda mais forte do que foi o 28 de abril.” Já está claro que isso não basta, o Governo não retrocedeu um milímetro. Acelerou o trâmite da reforma da previdência, aprovando o projeto em Comissão nesta semana.
Sabemos que muitos trabalhadores e muitos sindicatos estão dispostos a construir uma nova greve geral. Em todas as plenárias, comitês, assembléias de base e reuniões de representantes é hora de abraçar duas tarefas: construir a semana de luta em Brasília e exigir das centrais uma nova reunião formal para marca data de uma nova greve geral. Este movimento na base pode ser vital neste momento. Não temos tempo a perder.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

“PSDB e Temer querem reinstituir trabalho escravo no Brasil”, denunciam petistas

Via PTnaCâmara.org
Um projeto de lei (PL 6442/16) de autoria do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), que é um dos vice-líderes do PSDB na Câmara e expoente da bancada ruralista, traz dispositivos que permitem a exploração de trabalhadores rurais em regime análogo à escravidão. A denúncia é de parlamentares do PT.

Pelo projeto, a Consolidação das Leis do Trabalho não vale para o trabalho rural. Entre os itens mais graves do texto está autorização do pagamento de “remuneração de qualquer espécie”, inclusive alimentação e moradia, o que poderia gerar a situação de trabalho forçado por dívida, prática combatida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que, ao lado de outras violações de direitos, configura a escravidão contemporânea.
De acordo com o jornal Valor Econômico, que ouviu o autor do projeto em reportagem publicada nesta terça-feira (2), o objetivo é restringir o poder da Justiça do Trabalho e do MPT, tal qual na Reforma Trabalhista aprovada na Câmara na semana passada.
“É uma proposta mais perversa que a própria Reforma Trabalhista”, denunciou ao Valor o coordenador do Núcleo Agrário do PT na Câmara, deputado Beto Faro (PA).
Na tribuna da Câmara, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também protestou contra o projeto. “Isso aqui é o feudalismo. Isso aqui é escravidão. A proposta do líder do PSDB, com apoio do governo, pretende reinstituir no Brasil a escravidão”, acusou Pimenta.
“Esse governo consegue a cada dia surpreender com a sua capacidade de fazer mal aos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros e de trabalhar para que esse país retorne não para o período anterior à revolução de 1930, mas ao período da escravidão”, acrescentou.
Na avaliação do deputado Leonardo Monteiro (PT-MG), que também integra o Núcleo Agrário do PT, “a cada dia fica mais nítida a agenda perversa [do governo Temer] a serviço das elites, retirando direitos e levando o Brasil de volta ao tempo da escravidão”.
O projeto também autoriza o aumento da carga horária diária – por “motivo de força maior” – para até 12 horas, inclusive aos domingos e feriados. Na justificativa o autor diz que “as normas existentes são esparsas e em grande medida, subjetivas, dependentes das interpretações dadas pelos Auditores Fiscais do Trabalho e da própria Justiça do Trabalho em determinados casos, o que põe o produtor rural em situação de insegurança jurídica, tornando os altos gastos efetuados para o atendimento destas normas, um investimento de risco”.
Em março passado foi criada a comissão especial para analisar o projeto, mas o colegiado aguarda a indicação completa dos parlamentares que a integrarão.
Rogério Tomaz Jr.

DIRCEU: MÍDIA ASSISTE AO FRACASSO DE SUA GUERRA CONTRA O PT

No 247
Em carta de 14 páginas escrita do complexo médico penal de Pinhais, o ex-ministro José Dirceu analisa o cenário atual do País, defende guinada à esquerda do PT e critica o governo de Michel Temer; na missiva redigida antes da decisão do STF que revogou sua prisão preventiva de quase dois anos, Dirceu diz que o golpe contra a democracia está fracassando; "Hoje a verdade vem à tona: um presidente repudiado por 80% dos brasileiros, um programa de reformas que é uma regressão social e política, um Congresso em pânico e uma mídia que assiste ao fracasso de sua guerra midiática contra o PT, Lula e o governo Dilma", diz; Dirceu disse também que as delações da Lava Jato são "forçadas, ilegais fruto das prisões preventivas, ameaças de pena sem direito a responder em liberdade ou progredir"; "É delação ou prisão perpétua"

Paraná 247 - O ex-ministro José Dirceu, que teve a prisão preventiva de quase dois anos de duração revogada nessa terça-feira, 2, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) (leia aqui), escreveu uma carta de 14 páginas em que analisa o cenário atual do País, defende uma guinada à esquerda do PT e critica o governo de Michel Temer e a mídia. 
Na carta, escrita antes do julgamento do STF que o libertou, Dirceu destaca que a guerra judicial contra a esquerda, patrocinada pela mídia desde o golpe parlamentar que derrubou Dilma Rousseff, está fracassando. "Não há justificativa para a ruptura do pacto constitucional de 1988. Hoje a verdade vem à tona: um presidente repudiado por 80% dos brasileiros, um programa de reformas que é uma regressão social e política, um Congresso em pânico e uma mídia que assiste ao fracasso de sua guerra midiática contra o PT, Lula e o governo Dilma", diz Dirceu. 
Dirceu diz que está, na prática, está condenado à prisão perpétua e critica o processo de delações premiadas conduzido pelo Ministério Público Federal. Para ele, as delações na Lava Jato são "forçadas, ilegais fruto das prisões preventivas, ameaças de pena sem direito a responder em liberdade ou progredir". "É delação ou prisão perpétua. Feitas de encomenda e de comum acordo são como os chamados 'cachorros' (presos que, sob tortura, aceitavam mudar de lado) da ditadura", dispara Dirceu.
Em sua carta, Dirceu traça uma estratégia para o PT. "Nada será como antes e não voltaremos a repetir os erros. Seguramente, voltaremos com um giro à esquerda para fazer as reformas que não fizemos na renda, riqueza, poder, a tributária, a bancária, a urbana e a política. Não se iludam vocês e os nossos. Não há caminho de volta. Quem rompeu o pacto que assuma as consequências." Para ele, nada impede que o partido apoie, se for o caso, a candidatura de Ciro Gomes (PDT) em 2018. "Devemos nos unir no 1.º ou, seguramente, no 2.º turno."

sábado, 29 de abril de 2017

Vergonha - Aumento para políticos e Justiça no momento que cortam dos pobres é um escândalo diz New York Times

No Falando Verdades
Silêncio na mídia brasileira sobre o escárnio representado pela liberação, pelo STF, dos super-salários de servidores de elite que acumulam cargos públicos, como se destacou ontem, aqui.
Mas o tapa no rosto da população não passou desapercebido na imprensa internacional.
Hoje, na matéria sobre a greve geral, o The New York Times destacou  sua estranheza:
Na véspera da greve, o Supremo Tribunal decidiu quinta-feira que os funcionários públicos de elite poderiam colecionar salários de mais de US $ 140 mil (R$ 450 mil ) por ano, um limite estabelecido na Constituição. O juiz Ricardo Lewandowski disse que seria injusto que um funcionário público cumprindo vários deveres recebesse uma “pequena retribuição”.
 decisão, em um país onde aproximadamente metade da população arrasa com um salário mínimo de cerca de US $ 4.000 (R$ 12,8 mil. também anuais) pode reforçar percepções de que os funcionários públicos mais privilegiados do Brasil estão encontrando formas de aumentar sua riqueza em um momento em que as autoridades estão pressionando por medidas de austeridade .
O erro da reportagem  é o de não considerar que “os funcionários públicos mais privilegiados do Brasil estão encontrando formas de aumentar sua riqueza”  o fazem sob o endeusamento da mídia, que os apresenta como “justiceiros” da corrupção e os defensores do dinheiro público.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

CONFERÊNCIA DOS FRANCISCANOS CONVOCA FIÉIS PARA GREVE GERAL


Depois de bispos e arcebispos de vários estados brasileiros convocarem os seguidores do catolicismo a participar da greve geral, agora a Conferência Franciscana também se posicionou, convocando os fieis a se manifestarem nesta sexta-feira contrários às reformas de Michel Temer; "Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados", diz divulgado pelos franciscanos.

247 - A Igreja Católica se mostra cada vez mais integrada em participar da greve geral que deverá paralisar o País nesta sexta-feira, 28, em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer. 
Depois de bispos e arcebispos de vários estados brasileiros convocarem os seguidores do catolicismo a participar da greve geral, agora a Conferência Franciscana também se posicionou, convocando os fieis a se manifestarem nesta sexta-feira contrários às reformas de Michel Temer. 
"Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados", diz divulgado pelos franciscanos. 
Leia na íntegra a convocação: 
"Conferência da Família Franciscana do Brasil
Sinfrajupe – Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia
Juventude Franciscana do Brasil
CONVOCAÇÃO FRANCISCANA PARA AS MOBILIZAÇÕES DE 28 DE ABRIL:
NENHUM DIREITO A MENOS!
'Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados'.
NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 287/16 – 'REFORMA DA PREVIDÊNCIA'
24 de abril de 2017
Queridas irmãs, queridos irmãos,
Paz e Bem!
Diante da atual conjuntura de retirada de direitos sociais da população e em resposta à convocação da CNBB para nos mobilizarmos contra a Reforma da Previdência, convocamos as irmãs e os irmãos a se juntarem na Greve Geral e nas mobilizações que ocorrerão na sexta feira, dia 28 de abril, em todo o Brasil.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/2016), o Projeto de Lei (PL 4.302/98) e a Reforma Trabalhista atingem diretamente a população brasileira através da Reforma da Previdência e da liberação da terceirização para todas as atividades. Tais reformas infringem os Art. 6º e 7º da Constituição Federal de 1988[i] e atacam os direitos sociais conquistados com muita luta pela sociedade civil.
Desta forma, em consonância com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), a Conferência dos Frades Menores do Brasil (CFMB) e a diversas outras entidades, instituições e organizações, também nos posicionamos com a população brasileira, em proteção dos direitos sociais e dos mais pobres e vulneráveis. Animem suas Comunidades e Fraternidades para discutirem e agirem acerca desta temática, pronunciando nas Celebrações, realizando momentos de jejum e oração, e participando dos atos públicos.
Consideramos as palavras do Papa Francisco: 'O amor [...] é também civil e político, manifestando-se em todas as ações que procuram construir um mundo melhor. O amor à sociedade e o compromisso pelo bem comum são uma forma eminente de caridade, que toca não só as relações entre os indivíduos, mas também as macro-relações como relacionamentos sociais, econômicos e políticos[ii]'.
Que neste tempo Pascal possamos superar todas as realidades de morte que ameaçam nossas vidas, cumprindo a nossa missão profética de fé cristã, nos unindo na construção de uma sociedade justa e fraterna.
Fraternalmente,
Frei Éderson Queiroz,OFMCap
Presidente da Conferência da
Família Franciscana do Brasil
Frei José Francisco,OFM
Diretor Executivo do Sinfrajupe
Washington Lima dos Santos,JUFRA/OFS
Secretário Fraterno Nacional da Jufra do Brasil
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: título II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo II
Dos Direitos Sociais: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
PAPA FRANCISCO. Carta Encíclica Laudato Si': Sobre o Cuidado da Casa Comum p. 173
Juventude Franciscana JUFRA) do Brasil

domingo, 23 de abril de 2017

Veja cronologia da pressão para Léo Pinheiro mudar depoimento

Defesa de Lula listou cronologia da pressão para que empresário da OAS mudasse seu depoimento e incriminasse o petista, em troca de acordo de delação
No PT.Org
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva listou a cronologia da pressão sobre o empresário Léo Pinheiro, para que este mudasse seu depoimento e incriminasse o petista no processo que envolve a apuração da propriedade de um apartamento no Guarujá.
Nesta quinta-feira (20), o sócio e ex-presidente da OAS, preso em Curitiba, prestou um depoimento e, desta vez, mudou completamente o que vinha dizendo desde sua prisão, em novembro de 2014.
Segundo a imprensa, as novas alegações fazem parte de um acordo de delação que ele e a empresa OAS estariam fechando com o Ministério Público. Uma pré-condição para esse acordo seriam afirmações que incriminassem Lula.
Mesmo sem apresentar provas, Léo Pinheiro cumpriu com uma parte do script.
O empresário é um depoente condenado a 26 anos de prisão em outro julgamento. Sua negociação com os procuradores para reduzir sua sentença é pública e documentada.
Após o novo depoimento de Léo Pinheiro na última quinta-feira, a defesa do ex-presidente Lula divulgou nota na qual afirma que o empresário “contou uma versão acordada com o MPF como pressuposto para aceitação de uma delação premiada que poderá tirá-lo da prisão”.
Acompanhe a cronologia da pressão sobre Léo Pinheiro:
Novembro de 2014 – prisão
A primeira prisão de Léo Pinheiro data de novembro de 2014. No entanto, cinco meses depois, em abril de 2015, o Supremo Tribunal Federal decidiu que ele fosse colocado em prisão domiciliar.

Junho de 2016 – delação recusada: faltou Lula
Condenado a 16 anos de prisão, o empresário aceitou fazer uma delação premiada. Porém, num episódio que lembra um famoso vídeo do canal humorístico Porta dos Fundos, sua delação foi recusada em junho porque, segundo matéria publicada na Folha de São Paulo, não incriminava o ex-presidente.

Agosto de 2016 – procuradoria encerra negociações
No final de agosto, a Procuradoria-Geral suspendeu as negociações com Léo Pinheiro e a OAS. Os advogados de Lula pedem que sejam apuradas as informações de que a delação foi recusada por inocentar o ex-presidente.

Setembro de 2016 – segunda prisão e intensificação das pressões
Duas semanas depois de recusada a primeira delação de Léo Pinheiro, o empresário foi preso novamente. Segundo o despacho do juiz de primeira instância Sergio Moro, para “garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e segurança da aplicação da lei penal”. Começava aí a uma nova fase de pressões na fabricação da delação.

Em outubro de 2016, um blog que atua como assessoria de imprensa clandestina dos promotores da Lava Jato publica uma nota revelando qual era o verdadeiro objetivo da prisão de Léo Pinheiro: obter qualquer afirmação que corroborasse a insustentável tese de que Lula seria dono de um apartamento no Guarujá.
Novembro de 2016 – sem Lula, pena é aumentada em 10 anos
A pressão se intensifica sobre o empresário em novembro, quando sua pena é aumentada em 10 anos. A matéria do Estadão que noticia o caso faz referência à dificuldade em se conseguir uma delação de Léo Pinheiro:

Abril de 2017 – o condenado Léo Pinheiro se dobra e mente
Finalmente, em abril de 2017, Léo Pinheiro se dobra, troca de advogados e faz o depoimento que os procuradores queriam incriminando Lula. O empresário diz ter sido o único responsável dentro da OAS pela questão do triplex e deixa claro que não tem provas do suposto acerto.

A prova de que a delação fabricada já estava até nas mãos da imprensa é que jornal Valor Econômico anuncia o depoimento horas antes dele acontecer, assim como o blog de assessoria clandestina de imprensa dos procuradores da Lava Jato em todos os vazamentos ilegais que saem da equipe.
Na condição de réu, Léo Pinheiro tem o direito constitucional de mentir para se proteger. Como testemunha, no entanto, ele está proibido de mentir. O juiz de Curitiba foi questionado para esclarecer a situação, mas não viu contradição entre a negociação com o Ministério Público por benefícios penais e a busca da verdade no processo.
O depoimento de Léo Pinheiro contradiz depoimentos anteriores de funcionários da OAS, feitos com o compromisso de dizer a verdade, que disseram que Lula não seria o dono do apartamento, mas um potencial cliente. Além disso, uma série de documentos comprovam que até hoje a OAS é a detentora da propriedade do imóvel.
A narrativa negociada com o réu Leo Pinheiro muda substancialmente a denúncia apresentada pelo MPF naquele famoso power-point. Os procuradores acusaram Léo Pinheiro de ter transferido a propriedade para a família Lula da Silva em outubro de 2009, quando a OAS assumiu formalmente o empreendimento. Era uma acusação contrária aos fatos, testemunhos e documentos. Uma acusação absolutamente insustentável.
Também era (e é) insustentável a tese de que, desde 2009, o imóvel seria dado em troca de três contratos da OAS com a Petrobrás. Isso foi desmentido pelas auditorias externas e pelos depoimentos dos réus colaboradores Pedro Barusco e Alberto Youssef. Na farsa negociada com os procuradores da Lava Jato, Léo Pinheiro mudou sua versão e passou a dizer que:
a) João Vaccari exigiu que o triplex fosse “reservado” para Lula;
b) que o custo do imóvel e das reformas teria sido “deduzido” de supostos valores comprometidos pela OAS com o PT.
Claramente, a falsa versão negociada com Léo Pinheiro destina-se a cobrir os furos e inconsistências da denúncia do power-point, além de transferir sem provas, para outra pessoa (Vaccari), a responsabilidade pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro pelos quais Pinheiro é acusado na ação. Trata-se de uma farsa em favor do réu e dos levianos promotores.
Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações do site lula.com

sábado, 22 de abril de 2017

PCdoB-CE realiza I Encontro Estadual de Trabalhadores Rurais

No  Vermelho

A reunião deverá contar com a participação de secretários sindicais municipais do PCdoB, trabalhadores rurais filiados ao Partido, dirigentes de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, representantes ligados à Agricultura Familiar, ao MST, MLT, além de membros de cooperativas e de outras frentes, entidades e organizações de militantes da luta pela terra. “Temos vários camaradas atuando nestas áreas estratégicas. Este será um encontro inicial, onde teremos a oportunidade de dialogar e socializar conhecimentos para, a partir daí, unificar ações com o intuito de estruturar e fortalecer o Partido neste setor de trabalhadores”, ratifica Abel Rodrigues, secretário estadual de Organização do PCdoB-CE.

Na pauta do encontro, a atualização política e os desafios do atual momento, além do reforço sobre a importância de o setor participar do Congresso Estadual da Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil (CTB), que acontecerá nos dias 9 e 10 de junho deste ano, em Fortaleza.

Serviço

I Encontro Estadual de Trabalhadores Rurais

Data: Sábado (22/04)
Hora: a partir das 8h30
Local: Sede do Comitê Estadual do PCdoB-CE (Avenida da Universidade, 3199 – Benfica)

 
 

De Fortaleza,
Carolina Campos

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Bancários do Ceará vão aderir à Greve Geral do dia 28 de abril

No Atitude Popular


A Greve Geral acontece no próximo dia 28 de abril e é uma resposta da classe trabalhadora aos desmandos do governo golpista e suas reformas que visam tirar direitos. Os bancários vão parar por nenhum direito a menos e contra as reformas trabalhista e da previdência, além de manifestarem sua indignação contra a terceirização irrestrita e outras manobras que rasgam a CLT e precarizam as relações de trabalho.

“Temos motivos de sobra para repudiar o governo ilegítimo e para conclamar a classe trabalhadora para a greve geral no dia 28 de abril. Vamos parar tudo”, ratifica Eduardo Bezerra, presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE).



Fonte: SEEB/CE

quinta-feira, 20 de abril de 2017

É luta de classe: dia 28 vem aí!


Na cidade e no campo, a luta se espraia e se enraíza


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu adiar o julgamento da ação movida pelo PSDB, contra a chapa Dilma-Temer, pois isso poderia abalar ainda mais o já abalado governo golpista. A grande imprensa registra: “O adiamento da decisão acalmou os investidores, a Bolsa subiu e o dólar caiu. ” Reação que escancara que o governo só sobrevive apoiado em manobras, maracutaias e golpes das podres instituições, Judiciário e Congresso Nacional, a serviço do capital financeiro.
Nessas condições Temer, que é o que tem o imperialismo até o momento, aos trancos e barrancos tenta avançar na política encomendada pelos seus patrões em Washington. Mas, depois do 15 de março uma muralha começa a se erguer no seu caminho. Daí o nervosismo nas cúpulas golpistas e no mercado.
A entrada em cena da classe trabalhadora, que se confirmou no dia 31 de março, na preparação da greve geral de 28 de abril, abriu a porta para derrotar os saqueadores dos direitos dos trabalhadores e da soberania nacional.
A luta contra o desmonte da Previdência e dos direitos trabalhistas se espraia e se enraíza. Nos debates em bairros, assembleias e plenárias de trabalhadores, paróquias, no campo, em manifestações espontâneas, é o tema da hora.
Com seu próprio método de luta, e suas organizações, a classe trabalhadora pode abrir a via para avançar a luta em defesa dos interesses da maioria oprimida da nação.
Nas próximas três semanas tudo se concentra em preparar o dia 28 de abril, não como um dia de manifestações e paralisação, mas como uma greve geral que pare o pais.
As condições para isso amadurecem e nelas se apóia o calendário decidido pela CUT- alimentado pela crise das instituições golpistas – que prevê assembleias de base nos sindicatos e a constituição de comandos municipais e regionais da greve geral.
Enquanto no Brasil se prepara o dia 28, nos países vizinhos, os trabalhadores também ocupam a cena.
Em 26 de março dois milhões de chilenos saíram às ruas para recuperar a Previdência pública, confiscada há 36 anos pela ditadura militar.
No Equador a maioria deu a vitória a Lenin Moreno, “para evitar que o país seja saqueado pelo imperialismo”, nas palavras de um trabalhador.
A Venezuela resiste contra as investidas do imperialismo que se apoia em governos títeres do continente, como o golpista governo brasileiro.
Na Argentina, nesse 6 de abril ocorre uma greve geral, convocada sob o impulso das mobilizações que marcaram o pais no mês de março.
Resistências no continente que expressam, cada uma de forma particular, a resistência dos trabalhadores em todo o mundo contra os planos de destruição do capital.
Esse movimento no qual os trabalhadores e os povos buscam se defender estará no centro da Conferência Mundial Aberta, em outubro na cidade de Argel, Argélia (ver pag. 10), para ajudar a avançar a luta.
Nesse alvissareiro cenário de retomada da iniciativa da classe trabalhadora, no Brasil o PT deve, rumo ao 6º Congresso, entender o recado, livrar-se da política que buscou conciliar os irreconciliáveis interesses do trabalho com o capital e se reconstruir como um instrumento de luta da classe trabalhadora.
É o que propõem as chapas “Unidade pela Reconstrução do PT”, que disputam o PED e estão empenhadas em fazer no 28 de abril a greve geral por nenhum direito a menos, Fora Temer!

terça-feira, 18 de abril de 2017

DIA DA INFÂMIA COMPLETA UM ANO COM BRASIL EM RUÍNAS

No Brasil 247
Um ano atrás, em 17 de abril de 2016, foi escrita a página mais vergonhosa da história brasileira: a "assembleia de bandidos presidida por um bandido", como definiu o escritor Miguel Sousa Tavares, ao se referir à sessão da Câmara dos Deputados que permitiu a abertura de um processo de impeachment sem crime de responsabilidade – ou seja, um golpe – contra a presidente Dilma Rousseff; decorridos 12 meses, o Brasil se tornou uma nação arruinada econômica e moralmente; mais do que isso, todos os protagonistas do golpe foram desmascarados; Eduardo Cunha, que presidiu a sessão, está preso em Curitiba, condenado a mais de 15 anos de prisão, por corrupção, evasão e lavagem de dinheiro; Aécio Neves, o agitador do golpe, é hoje um dos políticos mais desmoralizados do País, acusado de receber mais de R$ 50 milhões para favorecer empreiteiras; Bruno Araújo, que chorou ao dar o voto decisivo, também está na lista de Fachin; enquanto isso, Dilma Rousseff segue de pé em sua luta para devolver a democracia ao Brasil e foi aplaudida em todas as universidades em que discursou nos Estados Unidos.

247 – Há exatos doze meses, no dia 17 de abril de 2016, a Câmara dos Deputados escreveu uma das páginas mais vergonhosas da história do Brasil. Numa sessão em pleno domingo, presidida por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentares investigados por corrupção acolheram um pedido de impeachment sem crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff, reeleita com 54 milhões de votos. 
Abriu-se ali o roteiro de um golpe parlamentar que arruinou a economia brasileira, que encolheu quase 10% desde então, e desmoralizou a imagem do Brasil no mundo. De país admirado pela melhoria dos indicadores sociais, o Brasil voltou a ser uma típica república baneneira, marcada por golpes rastaqueras.
Naquele mesmo dia, o escritor português Miguel Souza Tavares fez a definição precisa – e antológica – para a sessão: uma assembleia de bandidos presidida por um bandido.
Um ano depois, é impossível não lhe dar razão. O parlamentar que presidiu a sessão, Eduardo Cunha, hoje está preso em Curitiba, condenado a mais de 15 anos, por corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), agitador do golpe, é hoje um dos políticos mais desmoralizados do País, acusado de receber mais de R$ 50 milhões para favorecer empreiteiras, sendo o recordista de pedidos de inquéritos no Supremo Tribunal Federal – cinco, ao lado de Romero Jucá (PMDB-RR), que dizia ser necessário derrubar Dilma para estancar a sangria da Lava Jato. Também presente naquela fatídica sessão, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), que chorou ao dar o voto decisivo para o acolhimento do golpe parlamentar, hoje é yn dos oito ministros de Michel Temer denunciados ao Supremo Tribunal Federal.
Enquanto isso, Dilma Rousseff segue de pé em sua luta para devolver a democracia ao Brasil e foi aplaudida em todas as universidades em que discursou nos Estados Unidos. A narrativa das "pedaladas fiscais", pretexto para o golpe, foi desmoralizada pelo próprio Michel Temer, em entrevista concedida à TV Bandeirantes neste sábado. Nela, Temer confessou que Dilma só foi derrubada porque não garantiu os três votos no conselho de ética que poderiam ter salvo seu parceiro Eduardo Cunha. Ou seja: Dilma caiu porque não se dobrou a um chantagista (leia mais aqui). Nesta segunda-feira, seu advogado, José Eduardo Cardozo, juntará como prova no processo que questiona o mérito do impeachment e pede a anulação do golpe a prova fornecida pelo próprio Temer (leia mais aqui).

domingo, 16 de abril de 2017

ALÉM DE CAJU, ROMERO JUCÁ TINHA CODINOMES DE ARACATI E CERRADO NA ODEBRECHT

No Brasil 247
Líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) não recebeu propina da Odebrecht apenas sob o codinome de "Caju". Segundo planilhas do sistema Drousys, contidos no chamado departamento de operações estruturadas, conhecido como o departamento de propinas da empreiteira, Jucá também era identificado como "Aracati" e "Cerrado"; Jucá teria recebido R$ 1,7 milhão sob o codinome Aracati, além de R$ 1 milhão sob o codinome de Cerrado; repasses ao parlamentar teriam sido efetuados em outubro de 2013, segundo delatores.

247 - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) não recebeu propina da Odebrecht apenas sob o codinome de "Caju". Segundo planilhas do sistema Drousys, contidos no chamado departamento de operações estruturadas, conhecido como o departamento de propinas da empreiteira, Jucá também era identificado como "Aracati" e "Cerrado". O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava Jato na Corte, Edson Fachin, autorizou a abertura de cinco inquéritos contra Jucá com base nas delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht.
Segundo o ex-executivo da Odebrecht Milton Lyra, os pagamentos feitos ao parlamentar estavam ligados ao empenho demonstrado por ele para aprovar a Medida Provisória 613, que beneficiava empresas ligadas ao grupo empresarial.
Conforme os registros contidos no sistema Drousys, Jucá teria recebido R$ 1,7 milhão sob o codinome Aracati, além de R$ 1 milhão sob o codinome de Cerrado. Os repasses ao parlamentar teriam sido efetuados em outubro de 2013, segundo o a delação de José de Carvalho Filho.
O senador Romero Jucá nega as acusações.